Pombos em Condomínio exigem cuidados!

Controle pode ser feito por moradores evitando oferta de alimentos, água e abrigos.

Protegidos por lei de crimes ambientais por fazerem parte da fauna brasileira, os pombos, portanto, não podem ser abatidos ou maltratados nos locais que escolheram para se abrigar. Por isso, pode-se realizar apenas o manejo dessas aves com técnicas e algumas alternativas para desalojá-las e impedir o seu pouso já que o maior problema, além da sujeira e do barulho que fazem, é a transmissão de doenças. Uma situação que vem preocupando gestores e síndicos de condomínios.

De acordo com o técnico em dedetização, Anderson Vargas, os métodos usados para controle de pombos em condomínios variam conforme a arquitetura e local de infestação. Eles vão desde a utilização de gel repelente, espículas até instalação de telas, ou a soma de todos.

“Há casos em que os pombos conseguem fazer grandes pombais dentro dos telhados superiores que, além das fezes, acabam infestando o ambiente de piolhos (que também transmitem doenças) que chegam a descer pelas tubulações de energia e entram nos apartamentos. Também se instalam nas caixas de ar-condicionado”, destaca, ao lembrar que as fezes, além da transmissão de doenças, danificam pinturas de carros e fachadas por serem extremamente ácidas.

Mas o método de desalojamento mais eficaz para condomínios, segundo ele, é a instalação de hastes fixa com fio de nylon, gel repelente e vedação de entrada em telhado com telas e espículas. Além das técnicas, empregadas, Anderson ensina que é preciso retirar as fezes e ninhos, promover a limpeza e desinfecção do ambiente com dedetização para piolhos.

Doenças e Prevenção

Transmissores de inúmeras doenças como histoplasmose, toxoplasmose, salmonella e criptococose (fungos presentes nas fezes dos pombos, que são transmitidos ao ser humano pelas vias respiratórias através do vento), os pombos se proliferam nos centros urbanos devido à facilidade para encontrar alimento e abrigo. Praças e edifícios tornam-se os locais adequados para se alimentarem e alojarem os ninhos. Como consequência, muitas fachadas e telhados acabam danificados e sujos, trazendo sérios prejuízos como entupimento de calhas, danificação em forros de madeira, sujeira e a possível veiculação de doenças por meio das fezes.

“Para evitar transtornos, é preciso agir preventivamente reduzindo a acessibilidade, a água, o alimento e o abrigo. Cortando os quatro componentes, haverá uma diminuição na presença dessas aves e qualquer outro tipo de animal agente de transtorno público”, ensina Anderson.

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